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Dez verticais. Uma pauta.

Plus Direito & Mente e Avaliação como sub-tags ricos. Plus A Cadeira do Editor como vertical transversal de Gérson Neto.

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As vozes. Uma cadeira.

início

Clínica

16 peças na pauta.

  1. 01 Violência psicológica contra idosos: o abuso que não deixa marca Junho Violeta começa agora. O que a clínica vê (e o que ainda hesita em nomear) quando o paciente idoso senta na cadeira e conta sobre a família.
  2. 02 Quando o paciente chega com o diagnóstico do TikTok Como conduzir a primeira sessão quando o autodiagnóstico já vem com letra, capa e meme. Sem invalidar a busca por sentido, sem ratificar categoria diagnóstica de internet.
  3. 03 Quatro dias depois da Luta Antimanicomial O dia 18 de maio mobiliza o campo da saúde mental para o debate coletivo. O dia 22 é quando o movimento se assenta, e quando o consultório pode perguntar o que a reforma psiquiátrica ainda não resolveu na clínica.
  4. 04 Ser mãe e estar em análise: o que ninguém avisa A maternidade transforma não só a vida, transforma o processo terapêutico. Pacientes que são mães trazem ao consultório uma textura específica que merece mais atenção clínica do que costuma receber.
  5. 05 A última sessão de abril: o que fica entre o início e o maio que vem O fim de um mês e a véspera do outro têm uma qualidade liminar que o consultório conhece bem. O que fazer quando a sessão chega num momento de transição, e o paciente também.
  6. 06 Saúde mental dos povos indígenas: o que o consultório não alcança No Dia dos Povos Indígenas, vale examinar o que a psicologia clínica convencional não consegue oferecer, e o que pode aprender com outras formas de cuidado.
  7. 07 Atender pacientes autistas: o que o consultório precisa revisar No mês de conscientização sobre o autismo, vale perguntar o que a formação em psicologia clínica ainda não ensinou sobre atender pessoas autistas adultas, e o que o consultório precisa mudar para recebê-las.
  8. 08 O que muda na sessão quando o outono chega A virada de estação não é só meteorológica. Para muitos pacientes, a luz que diminui e o frescor que chega inaugurem um período interno com sua própria textura, que aparece no consultório antes de qualquer palavra.
  9. 09 Burnout no início do ano letivo: o que chega ao consultório Março é o mês em que o cansaço de quem trabalha com pessoas começa a aparecer nos consultórios. Psicólogos, professores, assistentes sociais, a clínica do cuidador esgotado tem especificidades que merecem atenção.
  10. 10 A sessão depois do Dia da Mulher Toda primeira sessão de março depois do dia 8 tem algo de particular. Não porque o terapeuta precisa pautar o tema, mas porque muitas pacientes chegam com ele, quer saibam ou não.
  11. 11 Quando o paciente chora e o terapeuta não sabe o que fazer O choro na sessão é um dos momentos mais delicados do trabalho clínico. Nem sempre pede interpretação, nem sempre pede silêncio. Como estar presente sem estragar.
  12. 12 Véspera de Carnaval no consultório: o que a folia revela A semana anterior ao Carnaval tem uma textura clínica peculiar. Pacientes que se animam, pacientes que temem, pacientes que simplesmente desaparecem. O que fazer com tudo isso?
  13. 13 O corpo fala quando a fala falha na sessão Há momentos em que o paciente interrompe, muda de assunto, olha para o lado, e nesses gestos diz mais do que em qualquer palavra. O desafio clínico é aprender a ouvir o que não foi dito.
  14. 14 Encerramento de tratamento: quando e como Encerrar bem é trabalho clínico distinto de iniciar bem. Notas práticas.
  15. 15 Quando o paciente quer parar antes do tempo Pedido de alta frequente em janeiro. Sinal clínico que merece escuta, não simples concessão nem simples retenção.
  16. 16 A primeira semana do consultório: gestão da volta dos pacientes Pacientes voltam do recesso com material novo. O que fazer com pedidos de aumento de frequência, com reagendamentos em cascata, com casos que pioraram no intervalo.